Hoje a noite a lua estava tão cheia, tão clara
Toda vez que olho pra ela eu vejo você
É seu olhar a chamar meu coração
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Ficção
Hoje quando sai de casa, já perto das oito da manhã, vi uma densa neblina como não via há tempos, e como jamais vira naquele horário. Pensei: Estamos num dos contos de Stephen King, certeza! A qualquer momento vai sair um monstro gigantesco dessa neblina, e virá desta esquina...
O sol foi ficando mais forte e a aura das coisas foi se delineando numa palidez fatasmagorica.
Tão lindo a ponto de se dispersar rápido demais.
O sol foi ficando mais forte e a aura das coisas foi se delineando numa palidez fatasmagorica.
Tão lindo a ponto de se dispersar rápido demais.
Hoje almocei com um estranho.
Ficamos os dois lá, frente a frente, em silêncio.
Por um ou dois momentos nossos olhares se encontraram, coisa que muito evitei.
Foi constrangedor; porque, afinal, ele tinha de se sentar alí?
Parece que foi proposital.
E porque bem diante de mim?
Ficamos nós dois, cada um em sua mesa, quase íntimos.
Depois cada um para seu lado, pois eu desisti da sobremesa.
Ao que parece ele também gosta de sorvete!
Ficamos os dois lá, frente a frente, em silêncio.
Por um ou dois momentos nossos olhares se encontraram, coisa que muito evitei.
Foi constrangedor; porque, afinal, ele tinha de se sentar alí?
Parece que foi proposital.
E porque bem diante de mim?
Ficamos nós dois, cada um em sua mesa, quase íntimos.
Depois cada um para seu lado, pois eu desisti da sobremesa.
Ao que parece ele também gosta de sorvete!
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